Sonhos traídos....
Era uma vez um rapazito, que por razões de vária ordem, tem de viver longe da sua casa, da sua família, da sua papoila e dos seus amigos. A monotonia do seu quotidiano, só faz com que ele ocupe todo o seu pensamento com as lembranças e memórias da sua terra natal. A tristeza, por vezes, é uma certeza. Principalmente, quando ele pensa que os seus grandes amigos estão a divertir-se nos treinos de ténis de mesa agendados para as terças e quintas e em que ele também gostaria de participar, mas infelizmente não pode.
O seu grande sonho era poder treinar nesses dois dias até estourar e depois beber umas cervejas e petiscar à grande!!! Mas o sonho deste rapazito, de quem vos falo, desmoronou-se na sua última vista de olhos pelo blog do seu clube de ténis de mesa. Foi com tristeza que ele leu as palavras tão sábias que o nosso responsável dirigente tão amarguradamente despejou por entre as linhas desse diário, que carregado de crítica e veneno sempre vai dizendo as verdades. Aqui se pode verificar que aqueles que têm grandes possibilidades e oportunidades nem sempre as aproveitam. Há outros, no entanto, que desejariam ter apenas algo a que se pudessem agarrar…Esses, sim, agarrariam com unhas e dentes essa possibilidade.
Decifrando este código de moral: o rapazito, que tanto queria ter uma oportunidade de treinar ténis de mesa com os seus amigos, ficou ainda mais triste por saber que apenas uma pessoa se deslocou até ao campo de trabalhos para exercer essa actividade. Em nome de todos os pequenos rapazitos deste Mundo ingrato, quero agradecer a disponibilidade aventada pela atleta Tânia, que depois de um dia de cansativo trabalho a manejar aparelhos de perfuração dentária e a olhar para bocas nojentas em que o hálito nem sempre é o melhor, preferiu ir treinar ténis de mesa em vez de ir a correr para os braços do seu príncipe encantado e treinar a criação de um herdeiro ao trono.
Para além dos agradecimentos à referida atleta, quero ainda expressar toda a minha indignação aos restantes elementos da equipa, perante esta gravosa falha. Eu sei que o Natal está aí e devemos passar mais tempo com a família, mas também poderíamos ter alguma consideração com os nossos companheiros de equipa. Quem sabe, enviar uma mensagem a dizer que não podemos ir ao treino, ou melhor, ir mesmo ao treino… Eu ainda acredito no Pai Natal e por isso sei que, quando for treinar na próxima quinta-feira, o treino vai ter tanta gente que temos que jogar nas duas salas. E duvido que alguém me ganhe. Até podemos jogar à Sagres!!!
Saudações desportivas,
Ricardo André
O seu grande sonho era poder treinar nesses dois dias até estourar e depois beber umas cervejas e petiscar à grande!!! Mas o sonho deste rapazito, de quem vos falo, desmoronou-se na sua última vista de olhos pelo blog do seu clube de ténis de mesa. Foi com tristeza que ele leu as palavras tão sábias que o nosso responsável dirigente tão amarguradamente despejou por entre as linhas desse diário, que carregado de crítica e veneno sempre vai dizendo as verdades. Aqui se pode verificar que aqueles que têm grandes possibilidades e oportunidades nem sempre as aproveitam. Há outros, no entanto, que desejariam ter apenas algo a que se pudessem agarrar…Esses, sim, agarrariam com unhas e dentes essa possibilidade.
Decifrando este código de moral: o rapazito, que tanto queria ter uma oportunidade de treinar ténis de mesa com os seus amigos, ficou ainda mais triste por saber que apenas uma pessoa se deslocou até ao campo de trabalhos para exercer essa actividade. Em nome de todos os pequenos rapazitos deste Mundo ingrato, quero agradecer a disponibilidade aventada pela atleta Tânia, que depois de um dia de cansativo trabalho a manejar aparelhos de perfuração dentária e a olhar para bocas nojentas em que o hálito nem sempre é o melhor, preferiu ir treinar ténis de mesa em vez de ir a correr para os braços do seu príncipe encantado e treinar a criação de um herdeiro ao trono.
Para além dos agradecimentos à referida atleta, quero ainda expressar toda a minha indignação aos restantes elementos da equipa, perante esta gravosa falha. Eu sei que o Natal está aí e devemos passar mais tempo com a família, mas também poderíamos ter alguma consideração com os nossos companheiros de equipa. Quem sabe, enviar uma mensagem a dizer que não podemos ir ao treino, ou melhor, ir mesmo ao treino… Eu ainda acredito no Pai Natal e por isso sei que, quando for treinar na próxima quinta-feira, o treino vai ter tanta gente que temos que jogar nas duas salas. E duvido que alguém me ganhe. Até podemos jogar à Sagres!!!
Saudações desportivas,
Ricardo André

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