CPMR goleou em terras alentejanas... ao almoço!!!
Não sei porque razões, mas incumbiram-me um post sobre o magnífico repasto em terras alentejanas. Não consigo mesmo imaginar as razões… Não deve ter sido por eu ter sido eliminado à primeira por um velho que podia ser meu avô, mas que não respeita os seus netos… se fosse por isso, acho que os meus companheiros de ekips me tinham dito. Será que não fiz mais nada se não comer? Será que a minha deslocação ao Alentejo foi apenas para pegar numa faca e num garfo e não na raqueta??? Bem… esquecendo este facto, resta-me mesmo reduzir-me à minha insignificância e contar os pormenores de tão propalado almoço. A ekips de terceiras quis ser solidária com a de segundas e lá perdeu à primeira, para, todos juntos, como verdadeiros colegas e companheiros desta vida, irmos almoçar. Aqueles que pensam que almoçámos em Beja estão muito enganados. As indicações precisas de David Oliveira e José Silva levaram-nos a conhecer aquela cidade alentejana e ainda a fronteira com Espanha. Pouco mais e podíamos ter ido comprar uns caramelos a Badajoz.
No pavilhão ficaram os touros Rocha e Lula, a preparar-se psicologicamente para os jogos que se avizinhavam, com as mulheres e a putalhada. Assim, o alinhamento inicial para esta primeira refeição era composto por: Antony Garofalo na baliza (era vê-lo a deixar entrar comida. O lombo foi todo); à defesa estavam os jogadores de segundas, Xico Martins (comeu apenas um peixe grelhado, mas também não lhe valeu de muito) e David Oliveira (apesar de ainda ir jogar, refastelou-se com um belo cozido. Ou seja, um defesa que joga sempre rijinho), que iam jogar depois do almoço e não convinha irem de barriga cheia. Os dois Ricardos ocuparam-se das alas. Ambos em altura de Ramadão, procuraram servir os seus colegas de ekips. Ricardo Serrano como um bom número 10, lá distribuía as suas migas alentejanas (grande escolha, sem dúvida) pelos companheiros. Já o nosso treinador jogador optou por uma táctica arrojada, ao pedir duas fatias de cada um dos três diferentes bolos, para distribuir pelos restantes colegas. Antony não gostou e recusou jogar o resto da partida (parecia o Helton no Leiria – Porto), Xico Martins também abandonou mais cedo, mas por precaução. O homem do jogo foi mesmo o ponta de lança José Silva. O nosso homem da frente não perdia nenhuma oportunidade para marcar… Tudo o que vinha, ele lá encostava… Depois, claro, com tanto esforço, os remates já não saíam com tanta potência… eram umas autênticas bufas, mas sempre muito venenosas para os guarda-redes adversários. Agora já sabemos como é que ele partiu a raqueta com as nádegas. O regresso fez-se dentro da normalidade, apesar de termos de ir de janela aberta por causa… do frio!!!!
No pavilhão ficaram os touros Rocha e Lula, a preparar-se psicologicamente para os jogos que se avizinhavam, com as mulheres e a putalhada. Assim, o alinhamento inicial para esta primeira refeição era composto por: Antony Garofalo na baliza (era vê-lo a deixar entrar comida. O lombo foi todo); à defesa estavam os jogadores de segundas, Xico Martins (comeu apenas um peixe grelhado, mas também não lhe valeu de muito) e David Oliveira (apesar de ainda ir jogar, refastelou-se com um belo cozido. Ou seja, um defesa que joga sempre rijinho), que iam jogar depois do almoço e não convinha irem de barriga cheia. Os dois Ricardos ocuparam-se das alas. Ambos em altura de Ramadão, procuraram servir os seus colegas de ekips. Ricardo Serrano como um bom número 10, lá distribuía as suas migas alentejanas (grande escolha, sem dúvida) pelos companheiros. Já o nosso treinador jogador optou por uma táctica arrojada, ao pedir duas fatias de cada um dos três diferentes bolos, para distribuir pelos restantes colegas. Antony não gostou e recusou jogar o resto da partida (parecia o Helton no Leiria – Porto), Xico Martins também abandonou mais cedo, mas por precaução. O homem do jogo foi mesmo o ponta de lança José Silva. O nosso homem da frente não perdia nenhuma oportunidade para marcar… Tudo o que vinha, ele lá encostava… Depois, claro, com tanto esforço, os remates já não saíam com tanta potência… eram umas autênticas bufas, mas sempre muito venenosas para os guarda-redes adversários. Agora já sabemos como é que ele partiu a raqueta com as nádegas. O regresso fez-se dentro da normalidade, apesar de termos de ir de janela aberta por causa… do frio!!!!

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